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Supply Chain: 10 tendências da Cadeia de Suprimentos em 2024 

A Supply Chain, ou Cadeia de Suprimentos, é uma das áreas mais dinâmicas e estratégicas no mundo dos negócios, sendo fundamental para qualquer operação comercial moderna. 

Nos últimos anos, a cadeia de suprimentos está passando por transformações significativas que vão além da simples gestão logística. 

Em um cenário global cada vez mais dinâmico, a evolução tecnológica e as mudanças no mercado estão introduzindo uma nova era para a cadeia de suprimentos, tornando essencial entender as tendências emergentes para se manter competitivo e eficiente.

Este blog aborda as principais tendências apontadas no relatório “Top 10 Supply Chain Trends Report – 2024”, que destacam as inovações e desafios que as organizações enfrentarão nos próximos anos.

Continue a leitura e fique por dentro

das tendências que podem impactar diretamente o sucesso e a resiliência do seu negócio!

Fique por dentro das 10 tendências da Cadeia de Suprimentos em 2024!

Abaixo, confira as tendências da Cadeia de Suprimentos em 2024 divulgadas no relatório “Top 10 Supply Chain Trends Report”. Para acessar o relatório, clique aqui.

1. Cadeia de suprimentos digital

Converter dados de um formato físico para digital permite o uso de tecnologias emergentes como a internet das coisas, inteligência artificial, blockchain e contratos inteligentes, além de soluções baseadas em nuvem. 

Essas tecnologias dependem de entradas digitais de alta qualidade para funcionar de maneira eficaz. 

Em 2024, mais organizações de cadeia de suprimentos transformarão suas redes em ecossistemas digitais conectados, inteligentes, escaláveis, personalizáveis e ágeis.

Algumas empresas alcançarão uma transformação digital completa. Outras, entretanto, avançarão mais lentamente. 

Elas equilibrarão o investimento a longo prazo em automação com a implementação imediata de soluções que reduzem tarefas repetitivas e fadiga cognitiva. Isso permitirá que os funcionários se concentrem em áreas onde os humanos superam as máquinas, aumentando assim a eficiência e a produtividade.

2. Big data e Analytics

Com big data e analytics na cadeia de suprimentos, as organizações identificarão ineficiências, reduzirão custos, melhorarão o atendimento ao cliente e fortalecerão a resiliência e agilidade para lidar com interrupções frequentes. 

As aplicações incluem o uso de troca padronizada de dados de frete para entregar eficiências operacionais, otimizar rotas e planejamento de portos, além de reduzir emissões e custos. 

Utilizarão dados de vendas e marketing para prever melhor a demanda, aprimorar práticas de gestão de inventário e melhorar a experiência do cliente. 

Dados de sensores e gêmeos digitais identificarão problemas potenciais, avançarão na manutenção preditiva e otimizarão o desempenho do produto. 

Para maximizar o potencial do big data e analytics, as cadeias de suprimentos devem priorizar a troca de dados e o compartilhamento de informações.

3. Inteligência Artificial

Os avanços em inteligência artificial (IA) estão ocorrendo a uma taxa sem precedentes, oferecendo inúmeros retornos imediatos — especialmente nas áreas de sourcing inteligente (uso de tecnologias avançadas para otimizar a seleção e gestão de fornecedores), gestão de inventário e planejamento de rotas logísticas. 

Robôs colaborativos aumentam a eficiência de armazéns realizando tarefas de coleta e embalagem, carregamento e descarregamento, e movimentação de objetos pesados. 

A visão computacional suporta a detecção de defeitos e reconhecimento de objetos. A robótica possibilita montagens e soldagens mais seguras. A realidade aumentada avança no treinamento, manutenção e controle de qualidade.

Enquanto isso, o aprendizado de máquina (ML), uma subcategoria da IA que permite aos computadores aprenderem sem serem explicitamente programados, será usado para fazer previsões e tomar decisões sobre previsão de demanda, controle de qualidade, desenvolvimento de novos produtos e muito mais.

Aproveite e assista à Live “Aplicação de IA no contexto Lean”, promovida pelo Grupo Lean, com participação de Ricardo Borgatti, sócio-fundador da Borgatti Consulting.

Leia também: IA no contexto Lean: Auxiliando a Tomada de Decisão da Liderança

4. Investimento na cadeia de suprimentos (sistemas e pessoas) 

Até 2026, o mercado global de aplicações para gestão da cadeia de suprimentos deverá atingir quase 31 bilhões de dólares.

Com a adoção crescente de tecnologias para a cadeia de suprimentos, surgirão insights valiosos a partir de automação avançada, dados da internet das coisas, blockchain, supply-chain-as-a-service, soluções baseadas em nuvem e mais.

Essas tecnologias estão otimizando redes, apoiando a sustentabilidade, melhorando a colaboração com parceiros, aumentando a visibilidade e ajudando as organizações a se tornarem mais flexíveis e ágeis.

Investimentos essenciais em pessoas, por meio de treinamento e desenvolvimento nas tecnologias mais recentes, criarão uma cultura de inovação.

Consequentemente, isso incentivará os funcionários a compartilhar ideias que levam ao verdadeiro sucesso da cadeia de suprimentos.

5. Visibilidade, rastreabilidade e inteligência de localização 

A visibilidade e a rastreabilidade da cadeia de suprimentos permitem que as organizações acompanhem o movimento de mercadorias e materiais em todos os níveis da cadeia — desde a origem do produto até seus diversos estágios e destino final. 

Como resultado, os stakeholders terão acesso a dados quase em tempo real relacionados a pedidos, inventário, entregas e potenciais interrupções.

Ao mesmo tempo, a inteligência de localização fornecerá um contexto essencial sobre o estado atual das redes. 

Combinada com IA — e sua subcategoria, ML —, essa inteligência tem o potencial de melhorar significativamente a previsão de condições futuras com base em atrasos passados, padrões de tráfego e clima, gargalos em portos e rodovias, entre outros.

6. Gestão de disrupções e riscos

A disrupção na cadeia de suprimentos tornou-se a norma, com a contínua congestão das infraestruturas de transporte e logística, mudanças geopolíticas, desastres naturais e condições climáticas extremas, escassez de matérias-primas e a pandemia global. 

Em vez de resolver os problemas à medida que surgem, as organizações estão aprendendo a se preparar constantemente para as disrupções por meio de uma gestão de riscos eficaz.

Para isso, as empresas identificam e avaliam riscos internos e externos. Elas desenvolvem estratégias de mitigação, como diversificar fornecedores, aumentar o estoque e melhorar a visibilidade. 

Além disso, testam e ensaiam planos para identificar lacunas e fazer os ajustes necessários. 

A comunicação com os stakeholders sobre a gestão de riscos é fundamental. Finalmente, monitoram e atualizam continuamente os planos para garantir que estejam sempre atualizados e eficazes.

7. Agilidade e resiliência 

Nosso mundo centrado no consumidor exige um tipo diferente de cadeia de suprimentos — uma que possa prever, se preparar e responder rapidamente à demanda em evolução e à mistura de produtos e canais. 

Para isso, a agilidade na cadeia de suprimentos requer novas capacidades e ferramentas. Máquinas capazes de trocas mais rápidas e que lidam com uma ampla variedade de produtos e tipos de envio são essenciais. 

Robôs colaborativos, embalagens inteligentes e outras inovações tecnológicas também são necessários.

Além disso, uma força de trabalho qualificada e flexível será fundamental. Mais humanos irão programar e trabalhar ao lado dessas tecnologias avançadas, enquanto equipes multifuncionais colaboram para resolver problemas em sprints curtos e incrementais. 

Tudo isso fomentará a resiliência da cadeia de suprimentos, uma prioridade estratégica que deve estar integrada à digitalização, otimização, sustentabilidade e desenvolvimento de talentos.

8. Cibersegurança na cadeia de suprimentos

As cadeias de suprimentos modernas são globais, assim como as ameaças que enfrentam. 

Cibercriminosos não são limitados pela geografia e podem atacar qualquer ponto de entrada ou acesso na cadeia de suprimentos, o que torna a cibersegurança uma parte essencial das redes digitais e inteligentes. 

O aumento alarmante do cibercrime deve continuar, resultando em mais violações de dados, atrasos e escassez, danos à reputação, problemas de conformidade, riscos à segurança e perdas financeiras.

Os profissionais de cadeia de suprimentos precisam proteger suas redes mantendo-se atualizados sobre as melhores práticas. 

Para isso, devem adotar uma abordagem baseada em risco para a cibersegurança e investir em soluções, treinamento e conscientização em cibersegurança.

9. Cadeias de suprimentos verdes e circulares

Muitas organizações de cadeia de suprimentos estabeleceram metas ambiciosas para se tornarem neutras em carbono e alcançar objetivos de zero desperdício e uso sustentável da água em um futuro próximo.

Ao mesmo tempo, a crescente pressão de consumidores, funcionários, investidores, governos e reguladores forçará outras a considerar cuidadosamente a sustentabilidade de suas operações futuras.

Para alcançar cadeias de suprimentos verdes e circulares, as organizações devem garantir que a mudança ocorra em toda a cadeia de valor.

Esse processo envolverá a colaboração com parceiros, a implementação das tecnologias adequadas, a educação dos funcionários, a definição de metas claras de acompanhamento, a medição do impacto, a identificação de áreas para melhoria e a divulgação do progresso para garantir a responsabilidade.

Leia também: Lean e Sustentabilidade Ambiental: Benefícios empresariais

10. Geopolítica e desglobalização das cadeias de suprimentos

Conflitos geopolíticos, incluindo guerras, competições econômicas e tecnológicas, preocupações relacionadas à segurança e a necessidade de os países mitigarem os efeitos das mudanças climáticas, continuarão a causar disrupções nas cadeias de suprimentos. 

Como resultado, mais cadeias de suprimentos regionais adotarão redes mais simples por meio do nearshoring (realocar operações para países próximos) e friend-shoring (realocar operações para países aliados), baseados em modelos de confiança entre nações que compartilham valores e crenças semelhantes.

Essa desglobalização pode resultar em maior segurança e resiliência. No entanto, também é provável que aumente os preços, limite as opções e reduza a inovação devido ao menor tamanho dos mercados.

Leia também: Gestão Lean no Supply Chain: Alcance mais eficiência e a satisfação do Cliente!

Supply Chain integrada é com a Borgatti Consulting!

Agora que você já conhece as principais tendências da cadeia de suprimentos, é o momento de transformar esses insights em ação. 

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